Formatec – Borracha líquida inova no meio de tantas tecnologias exauridas. Dispensa o uso de mão de obra especializada e ainda tem vida útil acima de 20 anos

Aplicação de borracha líquida tem se alastrado no mercado de impermeabilização. Desenvolvida com nanotecnologia a borracha liquida é um elastômero, que forma uma moldura ao substrato onde é aplicado, formando uma manta uniforme e sem emendas com grande elasticidade e memória de recuperação.
Atendendo inteiramente a norma NBR 9575/2010 – Impermeabilização – Seleção e Projeto, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a borracha líquida se caracteriza como uma membrana polimérica. “É uma alternativa para um segmento de mercado carente de novas tecnologias”, avalia Élcio Machado, fundador da empresa HM Rubber.
A borracha líquida apresenta elasticidade da ordem de 500% e memória de recuperação de cerca de 95%, características que proporcionam resistência às movimentações estruturais de coberturas e lajes. É um dos principais diferenciais do produto, quando comparado com outras membranas líquidas, principalmente aquelas compostas por resina acrílica.
“Além disso, as resinas acrílicas tendem a reemulsificar (voltar ao estado líquido) quando em contato direto com a água”, acrescenta Machado.
A durabilidade do produto é de mais de 20 anos. “A manutenção é simples, com aplicação pontual do material em forma de pintura”.
Ela pode ser utilizada tanto em ambientes externos quanto internos, com ou sem proteção mecânica. Seu campo de aplicação é amplo e abrange coberturas, lajes, piscinas, muretas, entre outros elementos construtivos.
Em impermeabilização de pisos, a borracha líquida forma uma camada protetora que dispensa a necessidade de remoção do contrapiso, ao contrário de mantas butílicas, asfálticas e de PVC.
Pronta para aplicação, a borracha líquida dispensa mão de obra especializada. Outra vantagem é a cura rápida do material. “Uma segunda camada pode ser aplicada em até 4h”, revela Machado.
A aplicação pode ser feita mecanicamente com pistolas para pintura (spray) ou manualmente com rolos, pincéis ou brochas para pintura. Para impermeabilizar grandes áreas, requer equipamento de proteção respiratória (EPR) com filtros de partículas e vapores orgânicos.

DIFUSÃO DO MATERIAL

Muito utilizada na Europa e América do Norte, a borracha líquida ainda é pouco adotada no Brasil. “Ainda existe uma certa resistência a produtos mais inovadores, com grandes diferenciais de competitividade econômica”, afirma Machado.
Apesar disso, ele acredita que a adoção da norma NBR 15.575/2013 – Edificações habitacionais — Desempenho pode mudar esse quadro. “Os requisitos de prevenção, qualidade, segurança e conforto nas edificações deve favorecer a utilização de novas tecnologias no setor”, aposta.

 

COLABORAÇÃO TÉCNICA

Élcio Machado – Formado em ciências contábeis, com sólida experiência nas áreas comercial e administrativa, adquirida em 10 anos de atuação profissional nos Estados Unidos, para indústria multinacional. Atuando no exterior, buscou inspiração para empreender no segmento de tecnologias construtivas e protetivas para a construção civil. Em 2007 fundou a HM Rubber, indústria pioneira no mercado brasileiro a utilizar nanotecnologia e borracha líquida para a realização de projetos de impermeabilização em obras de diversos portes.
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