Crise hídrica no mundo: Saiba a realidade – Casa da Cisterna

Crise hídrica no mundo: Saiba a realidade - Casa da Cisterna

Uma matéria da Revista Exame, publicada no último dia 22 de março, Dia Mundial da Água, trouxe dados oficiais sobre a crise de acesso à água no mundo, apoiados em campanha da ONU “Água para todos: não deixar ninguém para trás”.

Listamos aqui alguns fatos importantes:

– O Planeta Terra possui mais de 70% de sua superfície coberta por água. Um fato contraditório considerando que três em cada dez pessoas ainda não têm acesso a uma fonte segura de água potável.

– A cada 20 segundos, uma criança morre de doenças causadas pelo consumo de água de má qualidade, e pela falta de higiene, ocasionada pela falta de água (sobretudo em países de terceiro mundo).

– A água é patrimônio declarado da humanidade, não podendo ser comercializada ou negada a nenhum ser humano. O que se paga às companhias de distribuição é o tratamento para torna-la potável para o consumo.

– Apesar de ser considerado um bem de todos, o direito à água limpa ainda é algo distante para muitos, visto que 80% do esgoto do mundo é despejado em rios, lagos e oceanos, sem nenhum tratamento para impedir a poluição.

– Menos de 1% da água do mundo se concentra nos rios e lagos para abastecer as cidades, e 80% de esgoto não tratado é depositado nesses rios e lagos, diminuindo ainda mais o acesso à água potável.

Crise hídrica no mundo: Saiba a realidade - Casa da Cisterna

Veja aqui dados ainda mais alarmantes sobre a crise hídrica mundial:

2,5%: é a porcentagem de água doce da Terra.

70%: a porcentagem dessa água doce que se concentra em geleiras calotas polares.

1%: a quantidade de água que está disponível em locais de fácil acesso, como rios e lagos.

2,1 bilhões: número de pessoas no mundo que não têm acesso a água potável.

1,9 bilhão: número de pessoas que vivem em áreas sob risco de escassez hídrica. Em 2050, serão 3 bilhões.

80%: é a porcentagem do total de pessoas sem acesso a fontes de água seguras e protegidas, que vivem em áreas rurais.

4 bilhões: o número de pessoas que sofrem escassez severa de água durante pelo menos um mês do ano.

68,5 milhões: quantidade de pessoas deslocadas por guerras, violência e perseguições e cujo acesso a serviços de água potável é altamente problemático.

1 em cada 4: número de escolas primárias que não têm água potável à disposição dos alunos.

1,7 milhão: número de pessoas que morrem todos os anos de doenças diarreicas e 90% são menores de 5 anos, principalmente em países mais pobres.

443 milhões de dias: tempo perdido de educação anual por conta de ausências de jovens e crianças nas escolas devido a doenças de veiculação hídrica provocadas pela falta de saneamento adequado.

8 em cada 10: é o número de domicílios em que mulheres e meninas são responsáveis ​​pela coleta de água, em países da África, Oriente Médio e Sudeste Asiático. Em média, 25% do dia é gasto nessa tarefa.

Se, por um lado, os que nunca enfrentaram uma crise hídrica tendem a descreditar tais fatos, por outro lado, as pessoas que já passaram por isso ou passam diariamente, pedem socorro. E mais que isso: a tendência é que todos esses números aumentem em um futuro próximo. Ações em massa, mundialmente abrangentes, são inadiáveis para retardar esse cenário.

Portanto, devemos cuidar da água!

Além do fator poluição, que requer ações governamentais urgentes, a população também pode fazer sua parte, evitando o desperdício. Seja por meio de atitudes simples, como diminuir o tempo de banho e manter a torneira desligada ao escovar os dentes e ensaboar a louça, seja adotando sistemas de aproveitamento de água de reuso e água da chuva, por exemplo.

Um sistema adequado de aproveitamento de água da chuva, com capacidade para armazenar 1.000 litros de água, já consegue preservar até 50 mil litros de água potável por ano.

Os meios para agir, já temos; o que ainda falta é a consciência.

Conheça neste link todas as informações de contato da Casa da Cisterna, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Água da Chuva no Verão: Saiba os Benefícios – Casa da Cisterna

Água da Chuva no Verão: Saiba os Benefícios - Casa da Cisterna

Com a chegada do calor, o consumo de água nas cidades aumenta naturalmente, de acordo com as necessidades da população. Alguns fatores que contribuem para este aumento são as duchas, piscinas e banheiras, atividades de limpeza, além do consumo humano, que também é maior no verão.

No entanto, nem sempre o fornecimento de água tratada da cidade consegue acompanhar esse crescimento na demanda, e assim ocorre a falta de água.

Essa situação de falta de água é ainda mais acentuada em cidades do litoral, onde a estadia de milhões de turistas que chegam para aproveitar a praia faz com que o consumo de água tratada aumente exponencialmente durante a “temporada”.

Os que costumam rumar ou fazem residência em cidades litorâneas, certamente já passaram por experiência similar.

Apesar de parecer um problema de difícil solução (pois depende muito da quantidade de água disponível e da empresa fornecedora de água), existem outras alternativas que são muito simples e eficientes, como o uso de ÁGUA DA CHUVA.

A Água da Chuva é indicada para diversas aplicações, como:

  • Completar a água da piscina;
  • Lavar cadeiras de praia;
  • Lavar pisos, calçadas e carros;
  • Atividades de jardim;
  • Atividades de limpeza em geral;
  • Descargas sanitárias e outros.

Se cada residência, prédio e demais edificações possuírem um sistema de aproveitamento de água da chuva para tais atividades, a água potável será destinada apenas ao consumo humano, prevenindo problemas de escassez.

Para isso, basta uma Cisterna, filtros e um sistema de calhas. A instalação é simples, e os produtos de longa duração.

A economia é certa! Com uma cisterna de apenas 1000L é possível economizar até 50 mil litros de água potável por ano. Além de poupar a água tratada e cuidar do meio ambiente, é possível economizar também na conta de água no fim do mês.

Além disso, o uso de Cisternas em massa pela população também ajuda a prevenir possíveis enchentes nas cidades, causadas por fortes chuvas, sobretudo no verão.

Isso acontece porque grande parte da água que seria depositada no chão impermeabilizado, passa a ser armazenada no interior das cisternas. Quanto mais recipientes de armazenamento, menor a quantidade de água no chão, auxiliando a prevenção de enchentes.

Só depende de você!

Visite a Casa da Cisterna, e conheça nossos produtos.

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O que você precisa saber sobre a Água da Chuva – Casa da Cisterna

O que você precisa saber sobre a Água da Chuva – Casa da Cisterna

A Água da Chuva vem sendo cada vez mais utilizada como uma alternativa na preservação de água potável. Sabe-se que, de toda água existente no planeta Terra, menos de 1% está disponível nos rios e lagos para abastecer as cidades. Por isso, o uso de água da chuva é uma opção eficiente para evitar a falta de água tratada.

A água da chuva não é indicada para consumo humano, porém pode ser utilizada em diversas outras atividades, tanto nas empresas e indústrias, quanto nas residências.

Como usar a água da chuva?

Para que a água da chuva possa ser aproveitada, deve primeiro ser armazenada corretamente em recipientes próprios para isso, as Cisternas.

São produtos de alta durabilidade, já equipados com proteção UV e antimicrobiana, o que impede a proliferação de fungos e outros organismos danosos, mantendo a água em condições de uso.

Com isso, ela pode ser aplicada em atividades do dia a dia, como:

  • Lavar calçadas, pisos e carros;
  • Lavagem de roupas e banheiros;
  • Regar plantas e atividades de jardim;
  • Nas descargas sanitárias;
  • Para dar de beber e dar banho em animais;
  • Proteção contra incêndios;
  • No enxágue e resfriamento de peças, para indústrias;
  • Para encher lagos e piscinas (recomendado utilizar até 1/3 de água da chuva);
  • Atividades de limpeza em geral.

Ao desempenhar tais atividades com água da chuva, a água potável e tratada é reservada apenas para o consumo humano, ajudando a prevenir a escassez e os problemas gerados pela falta de água. Além disso, traz economia na conta de água ao fim do mês.

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Energia solar: como surgiu e quais as vantagens? – ERZEG

Fonte: ERZEG

 

O uso de energia solar na produção de energia está cada vez mais popular.

Parte disso se deve a diminuição do custo das placas solares, mas também há o fator conscientização.

A energia solar é o tipo de energia limpa mais utilizada no mundo, tanto por sua instalação ser mais barata quanto por ser uma boa fonte de energia.

O post de hoje vai falar um pouco mais sobre a energia solar, sua origem e quais vantagens para o seu bolso e para o meio ambiente, continue lendo!

 

A origem da energia solar

O Sol tem sido usado como fonte de energia há muito tempo.

Os povos antigos costumavam utilizar o Sol como fonte de aquecimento. Durante o Império Romano, foram construídos vidros para manter o calor do Sol nas residências.

Também não podemos deixar de citar De Saussure, que desenvolveu o primeiro coletor solar, e Mouchout que foi o primeiro a transformar energia solar em energia mecânica.

Mas o uso da energia solar da forma que conhecemos agora, por meio de células fotovoltaicas, só começou a ser desenvolvida em 1838, quando o efeito fotovoltaico foi descoberto.

O efeito fotovoltaico, basicamente, consiste na criação de uma tensão ou corrente elétrica em objetos que foram expostos à luz.

Foi em 1877 que Grylls criou a primeira célula fotovoltaica, feita de selênio.

Infelizmente, esse tipo de tecnologia só chegou ao mercado em 1956, mas ainda tinha um custo muito elevado. Em 1970, o custo das placas começou a cair, o que veio em bom momento, já que o petróleo e o gás natural estavam com preços altíssimos.

Dessa forma, em 1970 as placas fotovoltaicas começam a serem utilizadas como fonte de energia solar.

Já quando falamos em energia solar no Brasil, apenas agora que está começando sua popularização.

Em 2016, houve um aumento de 407% em relação ao ano anterior. Grande parte desse aumento se deve ao fato de haver uma diminuição de 50% no custo de instalação.

O cenário é favorável: estima-se que até 2040, a energia solar e eólica vão representar até 40% da produção de energia nacional, superando até a hidrelétrica.

Fonte: ERZEG

 

Placas solares e o meio ambiente

Os dados realmente são chocantes, já que se estima uma substituição da energia hidrelétrica por energias completamente limpas.

Ou seja, poderá haver a substituição de uma forma de energia que é suja e causa grandes impactos ambientais, por energia completamente limpa.

Apesar de não se falar muito sobre isso, o uso de energias limpas está se tornando uma tendência, sustentado pelo efeito estufa e a diminuição do impacto ambiental ao redor de hidrelétricas e termelétricas.

Muitas pessoas não sabem, mas a construção de hidrelétricas tem um grande abalo na fauna e flora local, podendo até mesmo extinguir certas espécies.

E, com essa extinção, o equilíbrio da natureza se quebra, causando várias consequências, como a proliferação de certas espécies pela falta de um predador natural.

Além disso, ainda há o alagamento de área e queda da reprodução dos peixes.

E quando falamos sobre termelétricas, segunda fonte de energia do Brasil, o impacto ambiental é ainda maior, já que envolve rios e produção de gases.

Dessa forma, o uso de energias limpas se torna essencial e urgente para o meio ambiente.

Fonte: ERZEG

 

Placas solares ajudam a reduzir o custo da energia elétrica

Não pense que a energia solar apenas é benéfica para o meio ambiente. Também é para você e suas economias.

No estado do Sergipe, na região da grande Aracaju, um comerciante chegou a reduzir suas contas de energia elétrica em até 98,5% após a instalação de placas de energia solar.

A conta, que costumava ser de R$ 1.120,24, passou a ser R$ 17,30.

É uma redução de custo impressionante, e em um curto período de tempo a instalação dos painéis solares estará pago com a diferença da conta de luz.

Ou seja, além de ser uma ótima forma de produção de energia, ainda gera uma alta diminuição nos custos com a energia elétrica.

Se você está interessado na instalação de placas de energia solar, não deixe de conferir a Calculadora Fotovoltaica, produzida pela WWF e pelo Banco do Brasil.

Ela permite que você calcule quantas placas são necessárias, qual área utilizada para a instalação e até mesmo qual será a economia na sua conta de energia elétrica.

Agora que você já sabe as vantagens e os benefícios em utilizar a energia solar, entre em contato com a ERZEG, como fez a empresa NSB3, responsável pela Rede de Postos Mirian.

Situada na cidade de Matupá, em Mato Grosso, a Rede de Postos Mirian criou um complexo que é o maior posto de combustível da região norte, contando com shopping, borracharia, restaurantes, escritórios e até mesmo consultórios médicos e odontológicos.

A ERZEG teve grande participação nesse projeto, fazendo o fornecimento de gerador fotovoltaico 100KW, um grande projeto que teve impacto significativo para o posto.

Fonte:
Jornal da USP
Energia Solar
Estadão
Epóca Negócios
G1

A ERZEG está há quase três décadas atuando no mercado de geração de energia tendo como missão desenvolver soluções inovadoras e competitivas para a geração e controle de energia.

Situada na cidade de Schroeder, no Estado de Santa Catarina, a empresa possui soluções completas em automação, proteção, controle e sistema de gerenciamento.

Sendo que as soluções da ERZEG podem ser usadas em diversos mercados, entre eles destacamos:

  • Usinas Hidrelétricas;
  • Usinas de Açúcar e Álcool;
  • Usinas de Biomassa;
  • Energia Solar;
  • Modernização (Retrofit);
  • Sistema de Medição e Faturamento (SMF);
  • Subestação;
  • Indústrias (Automação e CCMs);
  • Aeronáutica (Conversor Estático).

O sistema de gestão de qualidade da ERZEG é certificado e segue os requisitos da norma NBR ISO 9001, sendo auditado e reconhecido pela BRTÜV.

Já atendeu empresas como Cemig, Vale, Urbano Agroindustrial, Caruá Energia e MVS Têxtil.

Conheça neste link todas as informações de contato da ERZEG, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Sarah das Neves

Nova Cisterna Modular Aparente 750 L – Casa da Cisterna

A Cisterna Vertical Modular 750L é mais um modelo de reservatório para a captação e armazenamento de Água da Chuva. A água, depois de armazenada, pode ser utilizada em diversas atividades, como a limpeza de calçadas, carros, irrigação e até nas descargas sanitárias, dentre outras.

Modelo Compacto e de Fácil de Instalação

Ao contrário das cisternas subterrâneas, que precisam ser enterradas, a Linha de Cisternas Aparente tem um design inovador e compacto, que permite armazenar grandes volumes de água e, ao mesmo tempo, é facilmente ajustável aos espaços e às construções. Outra vantagem é a fácil instalação, já que não precisam ser enterradas.

Outras características

  • Proteção UV (ultravioleta) e antimicrobiana, que impede a entrada e proliferação de fungos, bactérias e insetos no interior da Cisterna;
  • A Cisterna possui material de longa duração;
  • São diversas cores à disposição;
  • O reservatório é 100% reciclável, e contribui para a preservação de água potável;
  • Contribui para a economia na conta de água, com redução de até 50%;
  • Dimensões, Peso e Capacidade:

850 L x 850 P x 2200 A mm – 23 kg (sem filtro).
980 L x 850 P x 2400 A mm – 25 kg (com filtro).
750 Litros (capacidade).

Conheça neste link todas as informações de contato da Casa da Cisterna, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Clarifil Rheiss: A importância das ETA e ETE para sua empresa

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Imagem: InfoEscola

Se você tem uma empresa que emite poluentes nos processos fabricantes, com certeza já ouviu falar sobre as Estações de Tratamento de Água e Afluentes, conhecida como ETA, e das Estações de Tratamento de Esgotos e Efluentes, as ETE.

Por mais que pareçam termos complicados, não se preocupe, são processos que vivenciamos diariamente, apesar de muitas vezes nem percebemos.

Continue lendo nosso texto para saber mais sobre a importância das Estações de Tratamento para o meio ambiente, qual a obrigação da sua empresa e muito mais!

Importância das Estações de Tratamento

Se você utiliza água em casa ou até mesmo na produção de materiais, você automaticamente já está fazendo o uso da ETA, já que ela realiza o tratamento da água bruta, ou seja, direto da natureza para um uso comercial ou doméstico.

Já o ETE tem como função principal o tratamento do esgoto, onde será separado entre água de reuso e lodo ativado.

Ou seja, em um dia comum na sua casa ou empresa, você faz uso tanto do ETA quanto do ETE.

Mas nesse momento você deve estar se perguntando como funciona o tratamento da ETA e do ETE, vamos explicar.

Tratamento da água pela ETA

Para que nós possamos fazer um uso da água, o tratamento ela é longo e trabalhoso, já que caso não tratada pode causar sérios problemas de saúde pela presença de microrganismos.

O tratamento da água de divide em cinco etapas:

  1. Captação e adução da água;
  2. Floculação: é inserido na água produtos químicos como sulfato de alumínio para a aglutinar, ou seja, para juntar as sujeiras em flocos para assim ocorrer a decantação;
  3. Decantação: nessa etapa a sujeira se deposita no fundo das bombas, também é conhecida como sedimentação dos flocos. A água já começa a ficar mais clara;
  4. Filtração: uma das etapas mais importantes, já que nesse momento ocorre a retirada da maior parte dos microorganismos que podem nos fazer mal;
  5. Cloroficação: essa etapa é onde ocorre a inserção do cloro para que haja a inativação dos microorganismos restantes da filtração e a clarificação total da água.

Tratamento do esgoto pela ETE

Não podemos deixar de ressaltar a importância do tratamento de esgoto, já que uma parte poderá ser reutilizada, o que ambientalmente é muito mais adequado.

Isso sem falar que locais que tenham uma ETE completamente funcional, tendem a ter menos doenças, já que o processo de filtração do esgoto o torna praticamente sem carga contaminante e poluente.

As etapas são:

  1. Floculação: mesmo processo do tratamento a água. São utilizados produtos químicos para que possa ocorrer a decantação;
  2. Decantação: após a floculação, a sujeira começa a se depositar no fundo da bomba e a se clarificar. No processo da ETE, a sujeira decantada é conhecida como lama e é inserida em lagoas de secagem;
  3. Filtragem: em muitos processos não ocorre a decantação, apenas a filtragem direta. A filtração tem a mesma intenção da ETA, retirar microrganismos do esgoto.
  4. Cloroficação: desinfecção do esgoto utilizando o cloro para a inativação dos microorganismos restantes na água;
  5. Fluoretação e correção de pH: utilizando produtos químicos, é inserido flúor e feito um ajustamento do pH para que não não haja corrosão do sistema de distribuição.

Obrigatoriedade das ETA e ETE para empresas poluentes

Infelizmente, apesar de saber o impacto ambiental que o descarte e uso incorreto da água pode causar, muitas empresas preferem ignorar isso.

Por essa razão, existem leis municipais, estaduais e até mesmo federais para se certificar que a água e o esgoto estão sendo utilizados e descartados de forma correta.

A boa notícia é que com as leis em vigor as empresas acabam tomando medidas que são boas tanto para o meio ambiente, como também elas próprias!

Você precisa ver exatamente quais são os resíduos gerados pela sua empresa para poder adequar seu sistema de tratamento a eles, já que cada resíduo exige um tratamento específico, por isso, recomendamos que você pesquise sobre a sua legislação local!

Mas, normalmente, a principal solução é a criação de uma estação de tratamento de água e de esgoto, e assim, estar dentro da legislação e contribuir para um meio ambiente mais sustentável.

Mas, não se preocupe! O processo de criação de ETA e ETE para sua empresa é simples, sendo apenas necessário buscar o licenciamento.

Não esqueça que é extremamente importante o uso de bons produtos durante a floculação, filtragem e clorodificação, já que as mesmas têm grande efeito no produto final.

Se você está procurando por produtos para filtração, contate a CLARIFIL, com certeza você será orientado sobre a melhor forma, o uso, manuseio e consumo.

Fontes:
Água para o Futuro
Portal Tratamento de Água
D&D Ambiental
CONAMA

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A Clarifil Rheiss Saneamento Ambiental Ltda está presente no mercado desde 1987, localizada em Itajaí, Santa Catarina

Referência no mercado nacional, oferece soluções para empresas que estão procurando materiais filtrantes para filtros, tanto nas estações de tratamento de água quanto nas estações de tratamento de esgoto.

Alguns dos produtos são: areia filtrante e seixo rolado classificados, carvão antracitoso, carvão ativado e carvão coque, pré-filtros para poços artesianos, zeólitos, resina de troca iônica, crepinas e drenos em geral.

A CLARIFIL tem um trabalho sério, passando confiança e compromisso com cliente. Materiais filtrantes de primeira qualidade com preço justo de mercado.

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Matéria escrita por: Sarah das Neves

Casa da Cisterna: Benefícios da água da chuva para a indústria

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A água é essencial para todas as formas de vida, e também um recurso cada vez mais escasso. Menos de 1% da água presente no Planeta Terra está disponível em rios e lagos para abastecer as cidades. E desse percentual ainda, os fatores poluição, desperdício e aumento populacional têm diminuído mais e mais o acesso ao recurso.

Essa situação alarmante apenas atenta para a crescente necessidade de preservação da água potável. E uma das formas mais eficientes de fazer isso é aproveitar a água da chuva, que pode ser utilizada em inúmeras atividades, como: Limpeza de áreas externas e veículos, regar plantas, descarga sanitária, na piscina, para lavar roupa, etc.

Na Indústria, o aproveitamento da água da chuva também traz muitas vantagens, tanto econômicas quanto ambientais. Continue lendo e saiba mais sobre como sua empresa pode se beneficiar ao aproveitar a água da chuva.

Aproveitar a água da chuva na Indústria

A água é um recurso natural do qual dependem todas as formas de vida, e também todos os processos da civilização humana. Agricultura, pecuária e produção industrial, todos esses setores envolvem o uso de água. No entanto, muitos desses processos, especialmente na indústria, podem ser perfeitamente desempenhados com água da chuva. De tal forma, a água potável e tratada esta cada vez mais escassa, como já foi dito, e preservada apenas para o consumo.

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Assim, os benefícios da água da chuva para processos industriais são inúmeros. Veja:

– Economia financeira: Ao se utilizar água da chuva em processos industriais, diminui-se drasticamente o uso de água tratada que vem da rede de abastecimento. Isso, por consequência, gera uma economia significativa nas contas de água e esgoto.

– Preservação de água potável: Além de economia na conta de água, usar a água da chuva também preserva a água potável apenas para os fins mais necessários,v como o consumo humano.

– Cuidados com o meio ambiente: Ao preservar a água potável, incentiva-se também outros cuidados com o meio ambiente, como a redução do lixo e descarte responsável.

– Redução do risco de alagamentos e enchentes: A urbanização das cidades gera cada vez mais uma alta taxa de impermeabilidade, ou seja, o concreto das construções impede que a água da chuva se infiltre no solo, causando assim enchentes e alagamentos, trazendo transtornos e perdas financeiras, além de riscos à saúde. O armazenamento de água da chuva, no entanto, serve como uma forma de escoamento, além de poder ser aproveitada mais tarde. Quanto mais residências, empresas, indústrias e demais edificações adotarem o uso das Cisternas (recipientes próprios para armazenar e aproveitar a água da chuva), menores serão as chances de alagamentos na região, beneficiando a todos.

– Valorização de marca: A sustentabilidade e ações ecologicamente corretas são cada vez mais incentivadas, valorizadas e enaltecidas, e isso reflete também em uma maior valorização das marcas e empresas que as adotam.

– Valorização do imóvel: Da mesma forma que ocorre com as marcas, adotar ações sustentáveis traz uma maior valorização econômica para os imóveis e construções.

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Vale destacar apenas que, para que se possa aproveitar a água da chuva é necessário filtrá-la e armazená-la corretamente, com o uso de Cisternas e Filtros próprios. A Casa da Cisterna é especializada no segmento e possui todas essas soluções completas, com modelos e tamanhos variados, além da alta qualidade em todos os seus produtos.

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Fibertim: Corrosão – O problema tem solução

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Estudos confirmam que a corrosão é um dos grandes problemas nas indústrias ao redor do mundo.

E, as estatísticas mostram que bilhões de dólares são usados anualmente na tentativa de sanar os problemas e recuperar os prejuízos causados por ela.

Graças a tecnologia, hoje já é possível tratar e prevenir a corrosão com produtos altamente eficazes e sem prejuízo ao meio ambiente.

No nosso post, falaremos sobre a corrosão, sua ação e o tratamento com anticorrosivos voltados para a indústria que utiliza em seu processo qualquer tipo de produto químico. Leia mais!

O que é corrosão?

Para falarmos de cuidados anticorrosão, primeiramente precisamos entender o que é corrosão, para depois combatê-la ou cuidar dela.

Corrosão trata-se de um termo químico para designar o desgaste gradual de um corpo ou objeto qualquer que sofre uma transformação química e/ou física em relação ao meio em que está inserido.

A corrosão pode causar a destruição total, parcial, superficial ou estrutural do material atingido.

Para entendermos melhor, um exemplo bem comum de corrosão é a ferrugem presente nas estruturas de ferro.

A corrosão em outros materiais

Além da conhecida ferrugem nos ferros, a corrosão atinge outros materiais, tais como:

  • Polímeros (plásticos),
  • Estruturas de concreto armado.

Assim, a corrosão é classificada em três categorias, que são:

Eletroquímica: é o tipo mais comum de corrosão e a ferrugem é o exemplo mais fácil e básico para entendermos. Geralmente acontece com a ação da água.

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Fonte: Brasil Escola

Eletrolítica: a corrosão eletrolítica acontece por falta do chamado isolamento ou o aterramento e por isso formam-se as correntes de fuga.

Quando essas correntes escapam para o solo, formam-se então os furos nas áreas afetadas.

Geralmente elas são comuns em tubulações de água e de petróleo, ou ainda em canos telefônicos ou de postos de gasolina.

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Fonte: Brasil Escola

A corrosão química

A corrosão química é causada por algum agente químico que age diretamente no material.

Esse material pode ou não ser um metal e não há necessidade da presença da água.

Geralmente são causados por solventes ou agentes oxidantes, podendo quebrar as macromoléculas dos materiais, danificando-os muitas vezes por completo.

Os chamados agentes poluentes também são causadores da corrosão química e estes agem quase sempre nos concretos armados de construções.

A corrosão química é também chamada de corrosão seca, porque acontece pelo ataque de um agente químico diretamente no material, sem a presença da água.

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Fonte: Brasil Escola

Os locais mais atingidos pela corrosão química

Várias são as empresas que sofrem a ação da corrosão química, entre elas citamos as papeleiras, prestadoras de serviço terceirizado de tratamento de resíduos e efluentes industriais, além das indústrias químicas e de beneficiamento têxtil, entre outras.

E isso acontece porque essas empresas geralmente passam por etapas de processo químico na sua linha de produção e, por isso, sofrem a ameaça da corrosão em seus patrimônios, desde as estruturas aos demais equipamentos.

É necessário combater a corrosão

Tanto para economizar como para investir na segurança, as empresas estão se preocupando sobre o fator corrosão e buscando soluções para tratar ou prevenir esse mal.

E, com a tecnologia hoje existem produtos no mercado que contribuem para que as empresas consigam sanar o problema, principalmente por meio dos revestimentos anticorrosivos.

Produtos de alta qualidade que agem como revestimentos evitando o contato da estrutura com qualquer agente danoso que possa vir a causar a corrosão.

Com este tipo de revestimento, as empresas têm a certeza de que terão um aumento considerável da vida útil de seus equipamentos e estruturas e não haverá a necessidade constante de reparos e manutenções.

O uso dos anticorrosivos

Como já dissemos, hoje existem alternativas muito eficazes para o combate à corrosão e entre elas está a aplicação do revestimento com PU Vegetal ou Fibra de Vidro.

Esse revestimento tem a função de proteger a parte vulnerável da sua empresa.

O tratamento e os revestimentos anticorrosivos podem ser aplicados em pisos industriais e diversas estruturas que ficam em contato com produtos químicos do tipo ácido clorídrico, ácido sulfúrico 98%, ácido fluorsilícico, cloreto férrico, cloreto zinco, cloreto cobre, cloreto ferroso, policloreto de alumínio, cloreto de sódio e hipoclorito de sódio.

Esses produtos são fabricados para não causar impacto ambiental, além de proporcionar a impermeabilidade e aderência onde for aplicado.

A FIBERTIM Soluções oferece a aplicação dessa resina para impedir a corrosão da sua obra, seja ela de cimento, plástico, metal ou até mesmo nos pisos.

Entre em contato para saber como você pode impedir a corrosão de forma efetiva!

Fontes:
Brasil Escola
Imperveg Poliuretano Vegetal
Diário do Comércio

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A FIBERTIM está localizada em Timbó e tem como objetivo a prestação de serviços com qualidade.

Especializada na aplicação de revestimentos anticorrosivos e na fabricação de produtos em plásticos de engenharia.

O diferencial da FIBERTIM está em sempre buscar a inovação, qualidade e satisfação do cliente, investindo em novas tecnologias e no aperfeiçoamento da sua mão-de-obra.

Oferece e comercializa seus produtos para todas as regiões no Brasil!

Conheça neste link todas as informações de contato da FIBERTIM Soluções, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete Lopes

Casa da Cisterna: Aproveitamento de água da chuva

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A chuva é um importante fenômeno natural, que colabora com a manutenção da vida no Planeta Terra. E, além de ser parte essencial ao meio ambiente, é também um recurso gratuito que pode ser aproveitado para gerar economia nos mais diversos ambientes. Cada vez mais empresas e pessoas têm se conscientizado sobre como o uso de água da chuva pode colaborar na economia de seus negócios e suas residências. Continue lendo este post e entenda como isso acontece.

Economia financeira e conscientização ecológica

Você já parou para pensar em quanto gasta de água para molhar as plantas, lavar pisos, carros e calçadas; e demais atividades de limpeza? Imagine, então, para resfriar peças e ambientes produtivos nas indústrias, grandes empresas, e nos demais processos que exigem esse bem tão precioso?

Se prestar atenção a todas essas atividades, fica evidente que uma boa parcela do orçamento é destinada à conta de água, a qual poderia ser drasticamente reduzida com o aproveitamento de água da chuva.

E, além disso, não só a economia financeira é um reflexo do uso de água da chuva, mas também se trata de uma atitude ecologicamente correta, preservando a água potável.

Como aproveitar a água da chuva?

O aproveitamento de água da chuva é feito por meio de um sistema de calhas, filtros e cisternas. A Cisterna é um recipiente próprio para captar e armazenar esta água, e junto aos filtros, que servem para remover possíveis impurezas, preservá-la em condições de uso.

As cisternas podem ser subterrâneas ou aparentes, com diversos modelos, tamanhos e cores diferentes.

A linha Slim Aparente (imagem), por exemplo, possui um design moderno, de fácil instalação e ajustável a qualquer tipo de construção.

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Vale lembrar a importância de orientar-se sempre com uma empresa especializada, que indicará a melhor solução para cada caso.

A Casa da Cisterna fornece todo esse suporte com excelência, e busca acima de tudo a satisfação de seus clientes, além do foco ambiental e preservação de água potável.

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Seguindo as normas e técnicas, registrada e reconhecida pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e por seus clientes como especialista na área, a Casa da Cisterna está localizada em Joinville, e atende a todo o Brasil.

Conheça neste link todas as informações de contato da Casa da Cisterna, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Vinhos Ecologicamente Corretos

Num mundo onde a preocupação com a sustentabilidade está cada vez mais em voga, cresce também o número de vinícolas que se rendem a esta nobre prática. A Decanter sempre apoiou tal iniciativa e são mais de trinta produtores orgânicos, biodinâmicos e naturais em nosso catálogo.

Seguem alguns detalhes de cada prática e o que as diferem:


Vinhos Orgânicos

Produção orgânica é algo muito amplo que precisa incluir toda a propriedade. Toda ela precisa ser tratada como um organismo vivo e qualquer desvio que possa haver no conjunto de regras, afetará todos os outros. 

Pode se manusear o vinhedo organicamente, porém, se usar algum produto sintético para secar o matinho no quintal, por exemplo, ainda que não seja utilizado na vinha, descaracteriza a filosofia que orienta a pensar em todos os organismos existentes no solo, sejam plantas ou microorganismos.

Quanto aos insetos que possam prejudicar o parreiral, o intuito é espanta-los para que busquem o que necessitam em outros locais e plantas.

Para a prevenção de pragas, bactérias e doenças, utilizam meios alternativos de tratamento como água de cinza, enxofre, cal virgem, sulfato de zinco, de cobre e de potássio.

Também se fazem necessários alguns cuidados  naturalistas durante a elaboração do vinho. Muitos produtores que se dizem orgânicos mantém a filosofia apenas no vinhedo, neste caso deveriam mencionar no rótulo que o vinho é produzido com UVAS ORGÂNICAS. Mas esta é uma discussão técnica para os órgãos certificadores chegarem a um consenso, e, se a uva está livre de agrotóxicos já é uma grande vantagem. Não é mesmo?


Vinhos Biodinâmicos

A agricultura biodinâmica é adotada por muitas vinícolas em todo o mundo, inclusive as famosas Romanée Conti e Pingos, cujos vinhos chegam a custar milhares de reais.

Tal prática tem como base as teorias de Rudolf Steiner, filósofo austríaco falecido em 1925 cuja intenção era devolver à agricultura o papel social e cultural que perdeu durante o processo de industrialização de alimentos e a criação de animais em massa fora do seu ambiente natural.

Para ele, a agricultura é o fundamento de toda cultura humana, por isso, o ponto central da produção biodinâmica é o ser humano numa relação respeitosa com o universo, ou seja, tudo aquilo que o cerca: ar, água, terra, fogo, sol, lua…

Para esta filosofia, as plantas são para a terra como instrumentos de percepção do cosmo. Não se aduba o solo para nutrir a planta, mas para vivificar a terra, que transmitirá parte de sua virtude á planta que passará ao homem ou outro ser qualquer. Todo ser vivo para ser perfeitamente equilibrado precisa estar plenamente integrado ao ecossistema onde ele vive, sendo o mais natural possível.

A viticultura e a enologia são regimentadas pela astrologia, todas as etapas de produção, desde os cuidados com a vinha como a poda, adubação, até chegar à vinificação são feitos de acordo com as fazes da lua.

Na biodinâmica, a vinha deixa de ser uma monocultura e se torna uma vasta e complexa rede de microorganismos e animais trazendo equilíbrio ao meio. Na medida em que exclui o uso de pesticidas, naturalmente aumenta a incidência de pragas, porém, cada praga tem seus inimigos naturais que as devoram, é a cadeia alimentar, quanto mais pragas surgirem mais insetos inimigos também surgirão devido à alta oferta de alimentos. Quanto aos insetos, a grande maioria que existe são benéficas ao homem, por isso, quanto mais borboletas, joaninhas e vespas tiver, menos pulgões, gafanhotos e lagartas terá. A ideia é contribuir para o aumento da população dos insetos inofensivos à vinha para combaterem os que são prejudiciais.

A única semelhança entre o cultivo biodinânico e orgânico é a não utilização dos pesticidas e adubos sintéticos. A primeira, abrange outras esferas que vão muito além da exclusão de adubos sintéticos e venenos.


Vinhos Naturais

Os vinhos naturais são aqueles cujos produtores tem por conceito interferir o mínimo possível na elaboração. A transformação do mosto em vinho se dá sozinha, naturalmente, iniciada pelos açúcares naturais do mosto em contato com as leveduras selvagens presentes nas cascas da fruta. Maneira ancestral de produção, abrindo mão de quase todas (ou todas) as tecnologias disponíveis. Sai de cena as tecnológicas cubas de inox e entra recipientes simplórios como tanques de cimento ou ânforas de barro enterradas, onde o vinho fermenta. O cultivo do vinhedo é orgânico ou biodinâmico, proporcionando o aparecimento de leveduras naturalmente, tanto que, no mundo antigo, extraíam o fermento que precisavam para produção de pães e outros alimentos da espuma da superfície do vinho enquanto fermentava.

Estudos afirmam que algumas localidades ou vinhedos apresentam tipos de leveduras selvagens típicas, que só existem ali, dando caráter particular aos vinhos.

Uso de leveduras selecionadas, correções finais acrescentando ácido tartárico e taninos não acontecem, nem a adição de sulfitos durante a fermentação, pois, podem matar as leveduras indígenas, tirar algumas características naturais da bebida além de anular o terroir. Alguns produtores adicionam quantidades mínimas após a vinificação enquanto que outros abolem totalmente o uso do SO2 como conservante.

Durante a fermentação, não se controla a temperatura, os vinhos não passam por colagem e nem são filtrados para não perderem elementos de aroma e sabor.

A vinificação natural quando bem feita atinge níveis altíssimos de qualidade e tipicidade, é a mais alta expressão do terroir que existe, portanto, são vinhos que precisam ser compreendidos. Talvez isto explique as muitas polêmicas existentes sobre esta prática.

 

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Crédito fotos: Vitor Veiga

Textos sommelier: Sidney Lucas

 

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